Como eu prometi no final do outro post vim contar algumas coisitas que me aconteceram.
Fui assaltada no início do mês passado, uma coisa muito triste, me levaram toda a bolsa. Com documentos, cartões, maquiagem, guarda-chuva, chaves e celular. Estava saindo da faculdade, indo até o ponto de ônibus para poder ir pra casa. Tinha me despedido de uma amiga, quatro metros depois fui abordada por 3 meninos, praticamente crianças. Não deu tempo de pensar, entreguei a bolsa e também uma outra bolsa que carrego com cadernos e livros. Saí sem olhar para trás, já chorando desesperada. Nunca tinha sido assaltada na vida, foi um susto enorme. Um pouco mais a frente encontrei duas amigas da faculdade, que tinham visto os garotos sondar uma velhinha no ponto de ônibus. Uma delas voltou onde eu fui abordada e recuperou meu caderno e os livros. Que bom, uma preocupação a menos. Me deram dinheiro para ir pra casa, e me emprestaram o celular para avisar ao meu marido.
Enfim, agora eu estou correndo atrás de toda a minha documentação, como CPF e título de eleitor, que ainda não tirei. Não me perguntem porque meu título estava na bolsa, não uso pra nada, mas só me dei conta disso depois do acontecido. O que me sobrou desse episódio é um medo um tanto incontrolável que agora eu sinto. Embora eu não passe mais pelo local, ainda está complicado andar sozinha, é um medo constante que me acompanha. Um dia depois do assalto, eu passei o dia bem, e achei que iria ficar bem quando fosse pra faculdade. Me enganei. Enquanto eu andava, eu tremia, ficava com o coração na mão e me assustava em ver qualquer pessoa. Encontrei no caminho um amigo da turma, e quando o vi me pus a chorar. Era um choro de alívio por estar perto de alguém e não mais sozinha. Esse desespero inicial passou, mas ainda assim o medo não foi embora. Desejo que isso nunca mais aconteça.
A faculdade como todo fim de semestre está uma correria só. Muitos trabalhos, muitas matérias para realizar, uma revista para entregar em dezembro e um vídeo para daqui a pouco. Ou seja, muito trabalho, literalmente. Mas eu estou feliz em pensar que ano que vem estarei no 3º ano de Jornalismo, e na metade da minha caminhada. Deus me ajude.
Terminei de ler "O Silêncio dos Amantes" da Lya Luft. É muito bom. São diversos contos sobre questões da vida como alcoolismo, aborto, morte, velhice e relações familiares (pais e filhos). Questionamentos incontáveis e temas para reflexão. A sinopse do livro em alguns sites de venda é que é furada. Provavelmente quem colocou a sinopse leu o primeiro conto e pronto. Nem se deu o trabalho de folhear o restante e ver que não era uma história contínua. Paciência, deve ser a pressa.
Na semana passada conheci um sobrevivente da bomba de Hiroshima, o Sr. Takashi Morita. Não vou dar muitos detalhes pois estou preparando a matéria, e vou publicar aqui. Só tenho uma coisa a dizer, ele é um fofo!
É isso, resolvi contar os fatos dessa vez, me fez falta alguma coisa feito diário nesse blog.
Bjokas
Fui assaltada no início do mês passado, uma coisa muito triste, me levaram toda a bolsa. Com documentos, cartões, maquiagem, guarda-chuva, chaves e celular. Estava saindo da faculdade, indo até o ponto de ônibus para poder ir pra casa. Tinha me despedido de uma amiga, quatro metros depois fui abordada por 3 meninos, praticamente crianças. Não deu tempo de pensar, entreguei a bolsa e também uma outra bolsa que carrego com cadernos e livros. Saí sem olhar para trás, já chorando desesperada. Nunca tinha sido assaltada na vida, foi um susto enorme. Um pouco mais a frente encontrei duas amigas da faculdade, que tinham visto os garotos sondar uma velhinha no ponto de ônibus. Uma delas voltou onde eu fui abordada e recuperou meu caderno e os livros. Que bom, uma preocupação a menos. Me deram dinheiro para ir pra casa, e me emprestaram o celular para avisar ao meu marido.
Enfim, agora eu estou correndo atrás de toda a minha documentação, como CPF e título de eleitor, que ainda não tirei. Não me perguntem porque meu título estava na bolsa, não uso pra nada, mas só me dei conta disso depois do acontecido. O que me sobrou desse episódio é um medo um tanto incontrolável que agora eu sinto. Embora eu não passe mais pelo local, ainda está complicado andar sozinha, é um medo constante que me acompanha. Um dia depois do assalto, eu passei o dia bem, e achei que iria ficar bem quando fosse pra faculdade. Me enganei. Enquanto eu andava, eu tremia, ficava com o coração na mão e me assustava em ver qualquer pessoa. Encontrei no caminho um amigo da turma, e quando o vi me pus a chorar. Era um choro de alívio por estar perto de alguém e não mais sozinha. Esse desespero inicial passou, mas ainda assim o medo não foi embora. Desejo que isso nunca mais aconteça.
A faculdade como todo fim de semestre está uma correria só. Muitos trabalhos, muitas matérias para realizar, uma revista para entregar em dezembro e um vídeo para daqui a pouco. Ou seja, muito trabalho, literalmente. Mas eu estou feliz em pensar que ano que vem estarei no 3º ano de Jornalismo, e na metade da minha caminhada. Deus me ajude.
Terminei de ler "O Silêncio dos Amantes" da Lya Luft. É muito bom. São diversos contos sobre questões da vida como alcoolismo, aborto, morte, velhice e relações familiares (pais e filhos). Questionamentos incontáveis e temas para reflexão. A sinopse do livro em alguns sites de venda é que é furada. Provavelmente quem colocou a sinopse leu o primeiro conto e pronto. Nem se deu o trabalho de folhear o restante e ver que não era uma história contínua. Paciência, deve ser a pressa.
Na semana passada conheci um sobrevivente da bomba de Hiroshima, o Sr. Takashi Morita. Não vou dar muitos detalhes pois estou preparando a matéria, e vou publicar aqui. Só tenho uma coisa a dizer, ele é um fofo!
É isso, resolvi contar os fatos dessa vez, me fez falta alguma coisa feito diário nesse blog.
Bjokas





