sexta-feira, 24 de abril de 2009

Projeto Correspondentes



Nesse feriado prolongado eu assiti uma reportagem sobre troca de cartas com crianças e adolescentes que vivem em abrigos. Ontem eu lembrei do assunto e resolvi procurar pra fazer parte.


Encontrei o "Projeto Correspondentes" do InPrós - Instituto de Projetos Sociais. O negócio é muito simples, você tem que se compremeter a escrever uma carta a cada 20 dias durante um ano. Achei lindo o projeto, é um ato tão simples e tão fácil, mas o poder dele é enorme.

Ele ajuda as crianças não só a escrever e ler melhor, ele cria vínculos de afeto e ajuda a superar a dor, pois geralmente as crianças que estão nesses abrigos sofreram algum tipo de violência, ou foram abandonados.

Pensa que bacana, quanto você pode fazer doando apenas sua criativade, um pouco do seu tempo e muito carinho?

Em tempos de internet é cada vez mais difícil enviar ou receber correspondências assim particulares e cheias de carinho.Então eu já tava feliz preenchendo a minha ficha de inscrição, quando li que só podem participar quem tem mais de 25 anos :(
Fiquei triste, mas eu compreendo a preocupação do projeto, afinal o assunto é delicado.

Mas ta aqui a dica pra quem puder participar.


Bjoka

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Gosto do diferente

Eu gosto do novo, do diferente, daquilo que nunca se viu. É assim, quanto menos reconhecível for, melhor. Por isso não gosto do preconceito. E não se engane, não falo de cor, de raça ou esses mais falados e discutidos, falo de coisas simples, como uma música, uma cor, uma roupa, um enfeite.
A mudança pra nós "homens" é muito difícil, se habituar com o novo também, e aceitar o diferente mais ainda. Mas é um mal necessário, trazer novidades e diferenças pras nossas vidas é bom, nos faz encontrar um fôlego, é como se dentro do mar, se afogando, um tantinho de ar enchesse seu peito. Novos ares alimentam nossas esperanças.
Não vou ser hipócrita, e dizer que sempre aceito tudo, não isso não. Mas eu faço um esforço pra aprender sobre o diferente, entender e depois dizer se gosto ou não. Essa é a diferença.
Há quem diga, que o "eclético" não existe, isso é um nome pra se dar a quem não sabe o que quer. Discordo, isso se chama não ser preconceituoso!
Por isso se for necessário, eu ouço Falcão e uso o tênis roxo com a blusa verde, fofoco com as amigas virgens e as depravadas.... é assim a diferença, faz a diferença!
Bjoka

21/04 Bodas de Algodão ....

Mas eu ganhei flores..... amei mais ainda !!!





É por essa e muitas outras que eu amo incondicionalmente. Dois anos de felicidade!!!

terça-feira, 14 de abril de 2009

Make-up para olhos

Eu não sou uma mulher muito vaidosa, sou moderada, mas gosto de maquiagens, porém eu passo o dia basicamente de batom e rímel no máximo. Para eu fazer uma maquiagem mais incrementada tenho que estar de muito bom humor ou ter algum compromisso que exija um make-up rigoroso.

Aqui vai uma dica de maquiagem para os olhos, acessível e para o dia-a-dia é perfeita.










Due de Sombras Avon: Bege/Marrom
Máscara Avon: Marrom intenso
Corretivo Natura Diversa: Candela

Eu só uso rímel marrom, porque me acho muito branca pra usar o preto, e também porque meus cílios não são nada fáceis de domar, eles são muito compridos e por isso sempre me meleco! E adoro as maquiagens da Avon, pois são baratas de boa qualidade e fácil de comprar, qual a mulher que não conhece uma vendedora da Avon?? rsrs

Tirei muitas fotos mas deu pra ver que a luz não colaborou nadinha, infelizmente o melhor que saiu foi isso, no real fica bem mais aparente.
Bjoka

terça-feira, 7 de abril de 2009

Top 10 cantores brasileiros

Eu sou viciada em músicas, ouço rádio o dia inteiro em qualquer lugar que seja possível. A música me distrai, me faz lembrar de algumas coisas e me faz refletir sobre outras. Porém eu tenho um pequeno defeito, raramente eu sei o nome da música, ou quem canta, se não for muito conhecido, e por isso passo semanas ou meses cantarolando aquela música até por um acaso descobrir quem canta e qual seu nome.

Eu gosto de música brasileira, não quer dizer que não ouço músicas estrangeiras, mas é bem menos, logo eu me irrito porque não consigo cantar junto ou por não entender nada.

Então resolvi compartilhar os cantores e hit's brasucas dos quais eu gosto.




1º Ana Carolina
Com esse "vozeirão" imponente, letras tocantes e provocativas. Definitivamente talentosa. Tem uma personalidade forte e ainda é linda. Mulherão!É muito difícil escolher uma música, eu adoro todas, canto alto, gritando e viajo que é uma beleza.
Preferidas: Rosas, 2 Bicudos, e Nua.

2º Nando Reis
Eu já gostava dele até ver o DVD "Luau MTV Nando Reis e o Infernais" ai me apaixonei de vez. Compõe todas suas músicas e de quebra também compõe pra outros artistas, nos presenteando com música boa. Eu gosto da sonoridade da voz dele por ser diferente.
Preferidas: Espatodéa, Negra Livre e Relicário.

3º Jorge Vercillo
O único cd inteiro dele que já ouvi foi o "Jorge Vercillo Ao Vivo", mas a música dele é muito boa, gosto do ritimo porque é uma MPB "animada" dá pra se soltar e balançar as cadeiras (dentro das possibilidades, claro).
Preferidas: Homem Aranha e Ela une todas as coisas

4º Skank
Esses são das antigas e só melhoram a cada ano. Os "mineirinhos" são muito simpáticos. Toca lá que eu canto fazendo show!
Preferidas: Vou deixar, Ainda gosto dela, Pacato Cidadão e É uma partida de futebol.

5º Ana Cañas
É uma paulistana de 27 anos nova na área, lançou em 2008 seu primeiro CD "Amor e Caos" é uma mistura de MPB com jazz. E mesmo antes de lançar seu albúm já era apreciada por Chico Buarque e Toquinho (a moça não é pouca coisa, heim?). Um ponto forte dela é o visual, cheio de estilo, e batom vermelho sempre, claro.
Preferidas: Devolve Moço e A Ana ( "A Ana é azeda, mas é doce quando é doce")

6º Cássia Eller
Ela é unanimidade, não precisa de muita explicação do motivo de eu gostar dela. Atitude, assim eu a defino. Pena ela não estar mais aqui, nos presenteando com um bom rock ou qualquer outro ritimo, afinal ela era eclética.
Preferidas: Relicário (de novo) , Malandragem e Mudaram as estações.
7º Luiza Possi
O sobrenome já delata a moça né. Ultimamente tenho escutado "A vida é mesmo agora, Ao Vivo". Gosto da sua voz suave.
Preferidas: Tudo que há de bom, Me faz bem e Eu Não

8º Sandy e Júnior
Na minha infância eu era fã de carteirinha da dupla, tinha poster's, pastas cheia de fotos e reportagens, não perdia um programa de televisão que eles estivessem. Eu cresci (só na idade) e já me desfiz destas tantas quinquilharias, mas continuo gostando da música da dupla, quer dizer da ex-dupla. E pra fechar com chave de ouro, eu fui me despedir deles no último show em 18/12/2007.
Preferidas: o Album "Acústico MTV Sandy & Junior"

9º Jota Quest
As músicas da banda animam qualquer dia estressante, ou a festa de casamento. Alto astral lá em cima.
Preferidas: Na moral e Além do horizonte

10º Vanessa da Mata
Uma mulher de beleza e voz exóticas.
Preferidas: Ai,Ai,Ai e Não me deixe só.

Nossa! não foi fácil chegar até aqui, principalmente pelo pequeno problema de nunca saber o nome da música, o pai google ajudou muito.

Agora fazendo um comentário necessário, por que diabos aquela galerinha que gosta de ouvir música no celular, ipod ou coisa do tipo, sem o FONE de ouvido, e geralmente em lugar público e fechado, só escuta coisa ruim???
Minha teoria, é uma conspiração chamada "Amamos música merd*" e daí eles decidiram que vão nos tirar o juízo com esses sons porcaria (não dá pra dizer que é musica), ou seja, sem fone sempre!!!!


Bjokas

domingo, 22 de março de 2009

Depois da entrevista, a volta pra casa

Como nem tudo na vida são flores, claro que a minha volta pra casa depois da entrevista foi quase uma novela, ou melhor um filme de terror, chato e interminável.
Eis que saimos da casa do fotógrafo ás 20:30h. Pensei...vou dormir mais cedo, devo chegar em casa no máximo ás 22:30h. (É eu moro no fim do mundo, á esquerda.)
Pra não ficar andando sozinha fui com a colega da turma até o ponto de ônibus (tá pensando o que? sou pobre né). Conversa vai, conversa vem. Lá vem o ônibus. Por precaução, achei melhor perguntar a alguém se ele passava em Pinheiros, onde eu precisava fazer a primeira parada. NÃO, me responderam, dai eu falei a minha colega, "mas se passar perto da faculdade tá bom já..." Também NÃO passa.... custava avisar antes???
P. da vida desci e fui ver no painel do ponto os ônibus ..... nada mais uma vez .... Liguei pro marido e pedi socorro, mas não dava pra ele ajudar. Que ódio, eu não sabia como chegar em casa, tava com fome, cansada e fiquei num mau humor do cão.
Resolvi pedir informação a uma moça que estava no ponto, ela mal sabia que Pinheiros existia, e pelo menos me mostrou como chegar ao metrô mais próximo. Tá achando que acabou??? Começou agora. Sente o drama.
Estava na estação Barra Funda, fui até a Sé. Desci e embarquei pra a estação Paraiso. Fiz outra baldiação fui a estação Consolação. Andei do metrô até o ponto, cerca de mais 10min. Mais um ônibus até Pinheiros e por fim o que me levava até em casa.
Cheguei em casa ás 23:30h............................. 3 horas pra fazer um percurso que duraria no máximo 2 horas......
Fui dormir enfurecida, estressada, nervosa, p*ta da vida.
Mas aprendi a lição.... na hora de voltar pra casa, faça o mesmo caminho da ida, não inventa moda!!!!

sexta-feira, 13 de março de 2009

A entrevista

São 11h da manhã e na minha caixa de email um alerta me diz que há uma nova mensagem. Entrevista com o fotógrafo URGENTE. Ao abrir a mensagem, meu olhos passam correndo pelo texto e minha mente só lê "ele não pode mais no sabádo, só sexta-feira ás 11h". E agora? Somos 3 e os horários não batem. Os nossos empregos não nos liberam, não fazemos entrevistas recebendo salário, trabalhamos em áreas que não coicidem com a nossa futura profissão. Ai começa o desespero. Dispensamos ele? Tentamos outro horário? E a cada troca de email, surtamos. Várias ligações, chamadas que só caem na caixa postal, agora perdemos de vez o contato.
São 17h, o celular toca, e uma nova mensagem diz "olá, pode ser hoje ás 20h". Novo surto. Como chegar até lá? Será que vai dar tempo? E as perguntas, onde estão? E a máquina fotográfica? Ficou em casa.
Ligamos uma pra outra. Dá pra você ir? E você passa em casa e leva a câmera? Ok, eu estou com as perguntas no caderno....
Chegamos ao nosso ponto de encontro, molhadas como se estivéssimos saindo de uma sauna. Agora vamos a procura do endereço.... anda um pouco, mais um pouco, final da rua? Mas não chegamos no número.... e uma voz diz "descam o escadão, a rua continua depois", nós o fazemos. Agora uma ladeira, tão íngrime que temos que ir na ponta dos pés. Chegamos, número 1564, é aqui.
Retomando o fôlego, tocamos a campainha, o fotógrafo aparece, e feito atletas depois da corrida, tomamos mais um ar.
Um apartamento pequeno, muitos livros, duas estantes cheias deles. Quadros, uma foto do avô. Sofás e poltronas aconchegantes, luz baixa, crianças e gatos. Esse é o cenário da nossa entrevista. Em clima de conversa, ela acontece, levemente descontráida. A cada pergunta sentimos humildade no entrevistado, mas mesmo que tão humilde ele seja, eu sigo como uma criança perdida, que não sabe o que fazer, ou como agir. Presto atenção em cada palavra dita, em cada história contada, não dá pra anotar, preciso olhar nos olhos dele e mostrar que eu o entendo, que quero saber mais e estou interessada.
Algumas fotos depois, finalizamos, nos despedimos como quem se despede de um professor, que ensinou muito em pouco tempo.
Alívio, felicidade, alegria por ter conseguido, mas o sentimento ainda é maior, não é só por ter conseguido é por ter a certeza de que agora eu não estou mais perdida, é isso que eu quero daqui pra frente.